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O Ministério da Educação (MEC) informou que mais de 10 mil professores foram contratados por meio de editais públicos que aproveitaram os resultados da primeira edição da Prova Nacional Docente.

Essa avaliação busca apoiar governos estaduais e prefeituras na seleção de profissionais para as redes públicas. A meta principal é elevar o quantitativo de docentes efetivos nas salas de aula de todo o Brasil.

Conhecida popularmente como o Enem da categoria, a iniciativa teve adesão expressiva na estreia. Foram 1.508 redes municipais e 22 estaduais integradas ao sistema.

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Perfil dos candidatos

A primeira edição somou mais de 1,08 milhão de inscritos, com uma frequência de aproximadamente 70%, o que totalizou 760.118 pessoas presentes no dia do exame.

Desse grupo que compareceu aos locais de prova, 65% alcançaram o padrão de proficiência estipulado. O montante supera a demanda anual estimada do país por novos profissionais, calculada em cerca de 118 mil vagas.

Aproximadamente 220 mil participantes concorreram em seleções locais abertas no ano passado. O volume corresponde a quase 30% do total de ativos no exame.

A pasta orienta que os educadores acompanhem os editais regionais. É preciso verificar quais administrações locais utilizam o exame para realizar a inscrição corretamente.

Expansão na segunda edição

A segunda rodada da avaliação traz novas oportunidades para quem busca ingressar no magistério público. A edição atual já registra adesão de 2.031 entes federados.

O número engloba 96% das capitais e 85% dos estados brasileiros. Mais de 625 mil pessoas se inscreveram para concorrer em 21 áreas de licenciatura distintas.

Entenda a avaliação

Desenvolvida pelo MEC, a Prova Nacional Docente faz parte do programa Mais Professores para o Brasil. A aplicação anual fica a cargo do Inep.

O exame atende recém-formados, concluintes de licenciatura e profissionais que desejam usar a nota em processos seletivos públicos. Contudo, o teste não substitui concursos tradicionais nem emite certificação profissional.

FONTE/CRÉDITOS: Daniella Almeida - Repórter da Agência Brasil