Espaço para comunicar erros nesta postagem
Alvo principal da Operação Narciso, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal, o megaempresário Jorge Luiz Roa conseguiu escapar do cerco policial na tríplice fronteira e agora é considerado foragido. Dono da loja Jack Center no Paraguai, ele é apontado como peça-chave no topo do tráfico internacional de substâncias ilícitas.
Nas redes sociais, o suspeito exibia uma rotina de ostentação com viagens internacionais e festas luxuosas ao lado da família. No entanto, as autoridades descobriram que a fachada de empresário bem-sucedido escondia uma complexa rede criminosa voltada ao comércio ilegal de anabolizantes.
Esquema de contrabando
As investigações apontam que Jorge atuava em sociedade com Elisangela Pereira Acosta, apontada como a maior fornecedora de insumos para laboratórios clandestinos no Brasil. O grupo utilizava peças de motocicletas para camuflar os produtos proibidos durante a travessia da fronteira em Foz do Iguaçu.
Para escoar a produção, os criminosos recorriam a plataformas de e-commerce, serviços postais e transportadores informais conhecidos como freteiros. O dinheiro obtido com as vendas passava por uma rede de doleiros e contas de laranjas para ocultar a origem ilícita dos valores.
A operação policial
A ofensiva mobilizou agentes contra uma vasta rede de fabricação e distribuição de substâncias perigosas com conexões em diversos estados brasileiros. A Justiça determinou o bloqueio de milhões em ativos, além da emissão de dezenas de mandados de prisão e de busca em vários estabelecimentos comerciais.
Enquanto cúmplices foram capturados pelas autoridades, as diligências continuam para localizar o paradeiro do empresário foragido e desmantelar completamente a estrutura financeira da organização criminosa.
Nossas notícias
no celular
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se