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A Operação Unha e Carne resultou na prisão em flagrante do vereador carioca Jorge Canella nesta terça-feira (22). A Polícia Federal encontrou dois fuzis e uma submetralhadora de uso restrito em um imóvel situado na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Os agentes cumpriram ordens judiciais de busca e apreensão em endereços na Barra da Tijuca e no Recreio dos Bandeirantes. O gabinete do parlamentar na Câmara Municipal também foi alvo da diligência, embora nada tenha sido recolhido no local.

Após a autuação, o político foi conduzido à Superintendência Regional da Polícia Federal, localizada no Centro da capital fluminense. O material apreendido seguiu para o mesmo complexo policial para perícia.

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A assessoria de imprensa do vereador declarou que o gabinete não emitirá comentários sobre o caso. Até o momento, não houve esclarecimento sobre a representação jurídica do investigado.

Contexto da investigação

A ofensiva faz parte da Força-Tarefa Missão Redentor II, liderada pela corporação para combater esquemas criminosos no estado fluminense. As ordens cumpridas foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal.

O parlamentar detido é coronel da Polícia Militar e assumiu o mandato na Câmara Municipal em 2024. Ele compartilha o sobrenome político com o ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella, mas ambos não possuem grau de parentesco.

As apurações da força-tarefa já atingiram outros nomes de destaque na política local, como o ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar e o deputado estadual Thiago Rangel.

As diligências continuam sob o comando das autoridades federais para aprofundar os desdobramentos das suspeitas levantadas ao longo das etapas da investigação.

FONTE/CRÉDITOS: Léo Carvalho