A recente pesquisa de intenção de votos, divulgada nesta terça-feira (2), posiciona o atual governador Daniel Vilela (MDB) na liderança da corrida pelo Governo de Goiás. Ele registra 32,6% das preferências, consolidando uma vantagem de 14 pontos percentuais sobre o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), que aparece com 18,6%.

Cenário dos demais candidatos

Atrás dos líderes, o levantamento indica o senador Wilder Morais (PL) com 12,2% das intenções. Em seguida, surgem o ex-deputado estadual Luis Cesar Bueno (PT), com 3,1%, e a cientista social Cíntia Dias (Psol), que alcança 2,6%.

O ex-vereador Telêmaco Brandão (Novo) completa a lista com 1,1%. Um percentual significativo de 19,8% dos entrevistados ainda não definiu seu candidato, e 9,9% manifestaram a intenção de votar em branco ou anular o voto.

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Rejeição dos pré-candidatos

No quesito rejeição, que também foi analisado pela pesquisa, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) se destaca negativamente, registrando 39%.

O governador Daniel Vilela (MDB) aparece com uma rejeição de 13,1%. Luis Cesar Bueno (PT) tem 10,3%, Wilder Morais (PL) 7,9%, Cíntia Dias (Psol) 7,6%, e Telêmaco Brandão (Novo) 4,1%. Cerca de 12,9% dos eleitores afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados.

Disputa pelas vagas no Senado

Para a corrida ao Senado, que terá duas vagas em disputa em 2026, a ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil) lidera com 21% das intenções de voto. Gustavo Gayer (PL) figura na segunda posição, com 18,5%, seguido por Zacharias Calil (MDB), que soma 12%.

Outros nomes mencionados incluem Humberto Teófilo (8,3%), Rubens Otoni (7,6%), Alexandre Baldy (6,9%), Vanderlan Cardoso (6,3%) e Iure Castro (1%).

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 29 de maio, entrevistando 1.150 eleitores distribuídos em 75 municípios goianos. A margem de erro estimada é de 2,89 pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%. O levantamento encontra-se devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número GO-01340/2026.

FONTE/CRÉDITOS: Jornal Democrático