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Nesta sexta-feira (3), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Acesso Negado, cumprindo 41 mandados de busca e apreensão em Roraima, Bahia, São Paulo e Tocantins. O objetivo é apurar suspeitas de desvios de recursos federais destinados aos municípios de Iracema e São Luiz do Anauá, em Roraima, por meio das emendas Pix.
As ordens judiciais, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), visam coletar provas sobre a má aplicação desses valores, que deveriam beneficiar a população local.
Início da investigação e o papel da CGU
A investigação da PF teve seu ponto de partida em auditorias minuciosas realizadas pela Controladoria-Geral da União (CGU), as quais foram determinadas pelo STF.
Essas análises da CGU revelaram fortes indícios de irregularidades no planejamento, na execução, na fiscalização e na transparência da utilização dos recursos federais que foram repassados aos dois municípios roraimenses.
Crimes sob apuração
De acordo com a Polícia Federal, os crimes que estão sendo investigados incluem condutas contra a administração pública, fraudes em licitações e contratos administrativos, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro.
Outros delitos podem ser identificados e adicionados ao escopo da investigação à medida que as apurações avançam.
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