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O príncipe William, herdeiro da Coroa britânica, consolidou sua posição como bilionário, superando a fortuna de seu pai, o rei Charles III. Com um patrimônio líquido estimado em 1,2 bilhão de libras – equivalente a aproximadamente R$ 8,2 bilhões –, a informação veio à tona após a recente divulgação das contas da Subvenção Soberana e do Ducado da Cornualha, detalhando o financiamento da Casa Real e a transferência de bens após a morte da rainha Elizabeth II.
A origem da fortuna de William
O expressivo aumento da fortuna do marido de Kate Middleton é diretamente atribuído ao Ducado da Cornualha. Este vasto patrimônio, que anteriormente pertencia ao rei Charles III, foi automaticamente transferido para William em setembro de 2022, após o falecimento da rainha Elizabeth II e sua ascensão ao título de príncipe de Gales.
Em contraste, o patrimônio pessoal do rei Charles III está avaliado em 640 milhões de libras, o que corresponde a cerca de R$ 4,4 bilhões.
No biênio de 2025-2026, William registrou uma renda privada de 21,6 milhões de libras, valor que nas cotações atuais ultrapassa os R$ 147,7 milhões. Apesar disso, o príncipe teria desembolsado mais de R$ 140 milhões em impostos desde que assumiu o título de príncipe de Gales.
Transparência e responsabilidade financeira
A divulgação desses dados financeiros faz parte de uma iniciativa conjunta do rei Charles III e do príncipe William para promover maior transparência sobre o financiamento da monarquia britânica.
Além disso, outra revelação importante acompanhou os relatórios: o pai de George, Charlotte e Louis decidiu renunciar ao controverso aluguel anual de 1,5 milhão de libras, gerado pela prisão de Dartmoor.
A unidade prisional foi desativada em julho de 2024 devido à detecção de altos níveis de radônio, um gás radioativo natural associado a riscos de câncer de pulmão.
A partir do biênio 2026-27, William solicitou que o montante correspondente a esse aluguel fosse deduzido de sua renda como herdeiro do Ducado da Cornualha. Sua intenção é que esses recursos sejam revertidos para a revitalização e benefício da comunidade local.
Ian Patrick, secretário particular do príncipe, declarou ao portal Mirror: “O duque acreditava firmemente que, enquanto essas questões permanecem sem resposta, o benefício dessa renda deveria permanecer na comunidade, ajudando a população local a moldar esse futuro.”
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