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O último fim de semana de junho, entre os dias 27 e 28, será marcado por uma intensa transição meteorológica no Brasil. Enquanto uma nova frente fria se forma na Região Sul, prometendo instabilidade e temporais, a massa de ar polar que influenciou o Centro-Sul do país começa a perder força, permitindo a elevação gradual das temperaturas em diversas outras regiões. Este complexo cenário climático é impulsionado pela formação de um ciclone extratropical no Oceano Atlântico.
Na Região Sul, o sábado, 27 de junho, ainda amanhece com frio intenso e a possibilidade de geadas localizadas. As áreas mais afetadas incluem as Serras Catarinense e Gaúcha, a Campanha e o sul do Rio Grande do Sul. Apesar da presença do sol durante boa parte do dia elevar as temperaturas, uma mudança drástica é esperada com o avanço de instabilidades severas.
Já pela manhã, há previsão de chuva forte e temporais acompanhados de trovoadas no oeste, norte e noroeste do Paraná. Esses fenômenos meteorológicos devem se expandir no período da tarde para o interior de Santa Catarina e o norte gaúcho, onde rajadas de vento podem atingir até 50 km/h.
No Sudeste, o tempo se mantém estável e firme na maior parte dos estados, consolidando um aquecimento gradual após dias de frio mais rigoroso.
Contudo, a circulação de umidade marítima ainda pode provocar céu nublado e chuvas fracas e passageiras na faixa litorânea do Rio de Janeiro, Espírito Santo, sul de São Paulo e nordeste de Minas Gerais.
Contraste térmico e instabilidade
O Centro-Oeste experimentará um sábado de acentuado contraste térmico, com o calor predominando e o sol brilhando em grande parte da região. A exceção a essa tendência de aquecimento é o sul de Mato Grosso do Sul.
Nesta localidade, o efeito residual do ar polar ainda se faz sentir, com o retorno da instabilidade e a expectativa de pancadas de chuva moderadas a fortes, trovoadas e risco de temporais isolados desde as primeiras horas do dia.
Na Região Nordeste, o panorama meteorológico permanece dividido. Enquanto o fluxo de ventos úmidos do mar provoca pancadas de chuva entre a costa da Bahia e do Rio Grande do Norte, com alertas de temporais para os litorais pernambucano e potiguar, o interior da região enfrenta um forte período de estio.
Por fim, a Região Norte continua sob a forte influência da combinação de calor e alta umidade. Essa condição fornece o combustível ideal para as típicas pancadas de chuva tropicais que caracterizam a estação.
As informações meteorológicas foram fornecidas pelo portal Climatempo.
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