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Na manhã desta quinta-feira (1º/10), uma pane elétrica afetou o funcionamento de diversas alas do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), a maior unidade de saúde pública da capital federal. O incidente, provocado por uma interrupção no fornecimento elétrico, exigiu o acionamento emergencial de geradores para que os atendimentos prioritários aos pacientes não fossem interrompidos.

Segundo relatos de servidores da instituição, a falta de luz prejudicou o registro de ponto das equipes e paralisou temporariamente o setor do ambulatório. Para contornar a situação, a administração utilizou geradores de segurança nas áreas assistenciais críticas, preservando o suporte à vida e as internações de urgência.

Divergência sobre as causas do apagão

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF), órgão responsável pela gestão do hospital, alegou que a falha ocorreu devido a um pico de energia na rede externa durante a madrugada. De acordo com o instituto, o fornecimento foi normalizado por volta das 7h40, horário em que as consultas ambulatoriais estavam se iniciando, o que evitou maiores prejuízos aos pacientes.

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Por outro lado, a Neoenergia, concessionária de energia do Distrito Federal, apresentou uma versão conflitante. A empresa declarou que a rede externa operava normalmente no momento do ocorrido e atribuiu o apagão a um defeito técnico em um disjuntor interno do Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT) do próprio hospital.

A distribuidora informou que enviou técnicos ao local para inspecionar a rede e que o restabelecimento total da eletricidade ocorreu logo após o religamento manual do dispositivo interno da unidade de saúde. O caso reacende discussões sobre a infraestrutura e a manutenção preventiva em grandes hospitais públicos do país.

FONTE/CRÉDITOS: Glaucio Teixeira