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A taxa de desocupação no Brasil alcançou 5,8% no trimestre móvel finalizado em fevereiro. Esse índice representa um aumento em comparação com o trimestre encerrado em novembro, que havia registrado 5,2%.
Apesar do crescimento pontual, este é o menor índice para um trimestre encerrado em fevereiro desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012. No mesmo período do ano anterior, por exemplo, a taxa havia sido de 6,8%.
No trimestre que se encerrou em fevereiro, o país registrava 102,1 milhões de pessoas com ocupação e 6,2 milhões ativamente buscando uma vaga no mercado de trabalho. Em contraste, no trimestre de setembro a novembro do ano passado, o número de brasileiros em busca de emprego era de 5,6 milhões. Essas informações foram divulgadas nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Critérios da pesquisa
A metodologia empregada pelo IBGE para a pesquisa abrange o comportamento do mercado de trabalho para indivíduos com 14 anos ou mais, considerando todas as modalidades de ocupação, incluindo empregos formais (com carteira assinada), informais, temporários e autônomos, entre outros.
Conforme as diretrizes do instituto, somente é classificado como desocupado o indivíduo que buscou ativamente uma oportunidade de trabalho nos 30 dias que antecederam a coleta de dados. Para isso, a pesquisa visita 211 mil residências distribuídas por todos os estados brasileiros e o Distrito Federal.
É importante notar que a maior taxa de desocupação já documentada na série histórica, iniciada em 2012, foi de 14,9%. Esse pico foi registrado em dois momentos distintos: nos trimestres móveis finalizados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos em meio à pandemia de covid-19.
(Matéria em atualização)
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