Durante a convenção do PL em Minas Gerais realizada nesta segunda-feira (27/7), em Belo Horizonte, Vittorio Medioli teve sua candidatura a deputado estadual oficializada e rejeitou um eventual apoio do partido a Marcelo Aro (PP). Segundo o ex-prefeito de Betim, a aliança é inviável devido à forte ligação de Aro com o atual governador Romeu Zema (Novo) e com Mateus Simões (PSD).

Medioli classificou a possível articulação como surreal, ressaltando que o PP está sob liderança de Aro, figura alinhada à gestão estadual. Para o político, a legenda precisa solucionar suas divergências internas antes de buscar composição com outros grupos partidários.

O político enfatizou a necessidade de resolver pendências internas de forma clara, afirmando que não é possível manter alianças simultâneas com chapas opostas. De acordo com ele, qualquer projeto de união que desconsidere essas divisões não passa de uma especulação sem embasamento prático.

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Indefinição sobre a candidatura de Cleitinho

A respeito da disputa pelo Palácio Tiradentes, Medioli abordou a demora do senador Cleitinho em definir se concorrerá ao cargo executivo nas próximas eleições. Ele declarou compreender as dúvidas do aliado, mas avalia que essa indefinição tende a se arrastar sem uma resolução concreta.

O empresário alertou que a falta de posicionamento já se prolonga por cerca de três meses e impacta a organização eleitoral da sigla. Em sua visão, o partido precisa focar na estruturação de suas candidaturas para garantir competitividade na disputa estadual.

Embora Medioli fosse cotado para compor a chapa como vice-governador, a hesitação de Cleitinho faz o partido avaliar alternativas. Apesar da preferência de Flávio Bolsonaro (PL) pelo senador, o deputado estadual Eduardo Azevedo (PL) afirmou que seu irmão disputará o Governo de Minas em 2026.

FONTE/CRÉDITOS: Elanilza Carneiro and Thiago Bonna