Um susto considerável marcou o último sábado, 11 de julho, em Porangatu, Goiás, quando o celular de um adolescente de 17 anos explodiu enquanto ele jogava videogame em casa. O incidente, que por pouco não causou ferimentos graves, levou a mãe do jovem a descrever o ocorrido como um “livramento” e a emitir um alerta sobre a segurança de smartphones.

A dentista Ana Carla Silva Neves, mãe de Murilo Neves, relatou ao Metrópoles que seu filho estava com o aparelho no colo, utilizando o viva-voz para conversar e simultaneamente jogando. Ela enfatizou que o celular não estava conectado à tomada, sendo usado de forma rotineira quando o problema se manifestou.

Murilo percebeu um cheiro de queimado e, ao olhar para baixo, viu fumaça saindo do dispositivo. Por instinto, ele agiu rapidamente, batendo no aparelho para afastá-lo do colo. O celular caiu sobre o sofá, e segundos depois, houve a explosão.

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O jovem prontamente correu para remover o aparelho do sofá, que já começava a pegar fogo, e acabou sofrendo um ferimento no dedo durante a ação.

Ana Carla expressou alívio diante da situação. “Graças a Deus foi apenas um susto”, afirmou a dentista. Ela ponderou que, se a explosão tivesse ocorrido instantes antes, o impacto teria sido diretamente no colo do filho, com consequências potencialmente muito mais sérias. “Hoje, só temos a agradecer a Deus pelo livramento”, desabafou.

O incidente em Porangatu serve como um importante alerta para outros usuários. A mãe de Murilo ressaltou que, mesmo sem estar em processo de carregamento, um celular pode apresentar falhas internas na bateria.

“Se o aparelho começar a aquecer excessivamente, exalar cheiro de queimado ou soltar fumaça, afaste-se imediatamente e não ignore esses sinais de perigo”, aconselhou Ana Carla, reforçando a importância da atenção a qualquer anomalia nos smartphones.

FONTE/CRÉDITOS: Arthur de Souza