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O professor da rede pública Marcos Rogério da Costa foi encontrado sem vida em sua residência em Valparaíso de Goiás (GO) no último sábado, 11 de julho, desencadeando uma investigação da Polícia Civil de Goiás (PCGO) sobre as circunstâncias de sua morte. O ex-companheiro da vítima, Lucas de Aguiar Silva, 32 anos, revelou que Marcos foi visto pela última vez em 3 de julho na companhia de dois homens, informação crucial para as apurações.
Após esse encontro, Marcos não deu mais notícias, gerando preocupação entre seus próximos. Apesar da separação, Lucas e o professor mantinham um contato regular. O chefe de cozinha, inquieto com o desaparecimento abrupto, planejou visitar Marcos, mas compromissos de trabalho adiaram a ida.
Contudo, na sexta-feira, 10 de julho, uma semana após o último contato, Lucas decidiu ir pessoalmente à residência de Marcos. Foi nesse momento que ele confirmou a trágica morte de seu ex-companheiro.
Relato sobre as agressões
"Eu saí do serviço e fui lá, só que já tinham levado o corpo", contou Lucas. Ele acrescentou que familiares de Marcos relataram que a vítima foi "muito agredida, machucaram muito".
Lucas também informou que um amigo professor de Marcos recebeu imagens dos dois homens com quem a vítima se encontrou na semana anterior ao óbito. "Ele disse que estava com esses caras e que ia se encontrar com eles", detalhou Lucas, reforçando a relevância desses indivíduos para a investigação.
As identidades desses dois homens permanecem em sigilo para não comprometer o andamento das investigações. Eles são os mesmos indivíduos que uma amiga de Marcos testemunhou em sua companhia.
Encontro via aplicativo de relacionamento
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) confirmou que depoimentos de testemunhas e pessoas próximas indicam que Marcos teria agendado um encontro através de um aplicativo de relacionamento. Essa informação, também mencionada pelo ex-companheiro, está sendo minuciosamente verificada pela equipe de investigação.
A descoberta do corpo ocorreu quando uma prestadora de serviços de limpeza chegou à residência, encontrou a porta aberta e, ao perceber a situação, acionou a Polícia Militar (PMGO). Posteriormente, familiares de Marcos compareceram ao local, onde os policiais já haviam confirmado o óbito.
Diante dos indícios, a corporação trabalha com duas principais linhas investigativas: homofobia ou latrocínio, que se configura como roubo seguido de morte.
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