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A cotação do dólar registrava queda frente ao real na manhã desta sexta-feira (21/8), acompanhando a desvalorização global da moeda norte-americana. Às 10h20, o câmbio marcava recuo de 0,22%, negociado a R$ 5,18, após atingir a mínima de R$ 5,16 no início do dia. O movimento ocorre após o encerramento da sessão anterior em alta de 0,32%, a R$ 5,19.
No cenário internacional, o índice DXY, indicador que compara a força do dólar contra uma cesta de seis moedas fortes — como euro, libra e iene —, também apresentava retração de 0,14%, posicionando-se em 98,73 pontos às 9h40.
Desempenho da Bolsa e tensão geopolítica
Em sentido oposto ao câmbio, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira (B3), iniciou os negócios no campo positivo. Por volta das 10h20, a carteira avançava 0,42%, atingindo os 168,6 mil pontos, em um movimento de alta após a estabilidade registrada na quinta-feira (20/8), quando subiu apenas 0,06%.
Apesar da recuperação do indicador acionário, o mercado financeiro segue em alerta em relação ao cenário externo. Os preços do petróleo operam sem direção única, mas continuam em patamares elevados após cinco sessões consecutivas de ganhos, pressionados pela falta de avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã.
Na cotação matutina, o barril do petróleo tipo Brent, referência global da commodity, subia 0,12%, cotado a US$ 93,99. Em contrapartida, o tipo West Texas Intermediate (WTI), que baliza o mercado norte-americano, registrava recuo de 0,15%, sendo negociado a US$ 86,70.
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