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A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal questionou duramente a condução dos afastamentos preventivos do diretor-geral Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada.

Em nota oficial divulgada após a determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, a entidade apontou um evidente atropelo aos ritos processuais.

A categoria defende que qualquer medida drástica contra o dirigente máximo da corporação deveria ser decidida diretamente pelo Plenário da Corte.

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Representando mais de 2,3 mil delegados e delegadas federais, a associação classificou o atual cenário como uma crise institucional grave.

Apesar das críticas, a entidade ressaltou que não se opõe à investigação dos fatos, desde que ocorram com rigor e respeito às regras jurídicas.

Cobrança por autonomia

O episódio reacendeu o debate sobre a autonomia administrativa e financeira da corporação.

A ADPF aproveitou o momento para reforçar a defesa por mandatos fixos na direção da instituição.

FONTE/CRÉDITOS: Mirelle Pinheiro