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O Jornal Democrático vem a público esclarecer aos seus leitores o contexto da reportagem divulgada nesta terça-feira (26), que aborda uma operação da Polícia Federal investigando contratos emergenciais relacionados à Covid-19 em diversos estados, incluindo o município de Luziânia.
Em resposta à publicação, a equipe jurídica do ex-prefeito de Luziânia e atual deputado estadual, Cristóvão Vaz Tormin, enviou um comunicado informando que seu nome não figura oficialmente entre os investigados na chamada Operação Instituto Amigo.
O Jornal Democrático reitera que a reportagem utilizou termos como “suspeitas de irregularidades” e “possíveis investigados”, sem, contudo, fazer afirmações, acusações ou atribuir responsabilidade criminal ao ex-prefeito. O texto jornalístico apenas mencionou que os contratos em questão foram firmados durante o período em que Cristóvão Tormin chefiava a Prefeitura de Luziânia, fato considerado pertinente para a cobertura do caso.
Na condição de gestor municipal durante o período da pandemia, o então prefeito foi citado no âmbito da investigação sobre possíveis desvios em recursos da saúde. O jornal entende que a menção ao nome do gestor atende ao dever de contextualizar fatos de interesse público, especialmente em apurações que envolvem a aplicação de verbas públicas durante a crise sanitária.
O Jornal Democrático também ressalta que as apurações da Polícia Federal sobre os contratos da Covid-19 em Luziânia estão em andamento. Uma reportagem do portal g1, datada de 5 de abril de 2023, indicou que a corporação investigava um possível desvio de aproximadamente R$ 1,6 milhão em verbas federais destinadas ao combate à pandemia no município. Na época, a PF levantou suspeitas sobre contratos celebrados nos últimos dias da gestão municipal de 2020, abrangendo a aquisição de testes de Covid-19 e a produção de materiais institucionais.
De acordo com a reportagem veiculada naquele período, a operação, denominada “Últimos Atos”, apurava supostas fraudes em contratos do Fundo Municipal de Saúde, além de indícios de superfaturamento e direcionamento em processos licitatórios. A Polícia Federal comunicou, na ocasião, que parte dos recursos poderia ter sido empregada no pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos vinculados à administração municipal daquele período.
O Jornal Democrático reafirma seu compromisso com a precisão na divulgação de informações, o respeito ao direito ao contraditório e a uma apuração imparcial dos fatos. Até o momento, a Polícia Federal não apresentou denúncia formal nem confirmou o envolvimento direto do ex-prefeito nas irregularidades sob investigação.
Nota enviada pela defesa:
“NOTA DE ESCLARECIMENTO: DIREITO DE RETRATAÇÃO
A assessoria jurídica do ex-prefeito e atual deputado estadual Cristóvão Vaz Tormin esclarece que a matéria publicada pelo Jornal Democrático, intitulada ‘PF investiga contratos da Covid em Luziânia e apura suspeita de irregularidades na gestão Tormin’, vinculou equivocadamente o nome de Cristóvão à operação deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (26/05).
Conforme consta nas informações oficiais divulgadas pela própria Polícia Federal, não há qualquer menção nominal ao ex-prefeito Cristóvão Vaz Tormin como investigado na denominada ‘Operação Instituto Amigo’.
A investigação refere-se à apuração de supostas irregularidades relacionadas à administração regional de hospitais de campanha durante a pandemia da Covid-19, não existindo qualquer constatação que relacione Cristóvão Vaz Tormin aos fatos investigados.
A assessoria jurídica ressalta que Cristóvão Vaz Tormin possui ampla trajetória pública consolidada no Estado de Goiás, tendo exercido relevantes funções públicas e mandato parlamentar, razão pela qual sua honra, imagem e credibilidade não podem ser afetadas por informação divulgada sem respaldo oficial.
Luziânia, 26 de maio de 2026.
ASSESSORIA JURÍDICA
CRISTÓVÃO VAZ TORMIN”
O post Direito de resposta à matéria “PF investiga contratos da Covid em Luziânia e apura suspeita de irregularidades na gestão Tormin” apareceu primeiro em Jornal Democrático.
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