Espaço para comunicar erros nesta postagem
Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰
O combate ao racismo e a intolerância religiosa voltam ao centro do debate político brasileiro com a divulgação de um levantamento do Instituto de Defesa dos Direitos das Religiões Afro-Brasileiras (Idafro). A publicação analisa e compara as propostas e declarações dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro sobre a pauta antes das urnas.
Segundo o mapeamento da entidade, enquanto o programa de Lula reconhece a discriminação e sugere o aprimoramento de ações afirmativas e demarcações, a candidatura de Flávio nega a existência do racismo e omite termos diretamente ligados à inclusão racial e diversidade em seu plano de governo.
O minidossiê alerta também para riscos na área de segurança pública. A proposta de reconhecimento facial defendida por Flávio é criticada pelo Idafro por apresentar maior taxa de erro em pessoas negras, enquanto Lula defende priorizar a redução de homicídios da juventude negra.
Ataques e uso estigmatizante da fé
O levantamento destaca iniciativas recentes, como a criação de políticas de proteção aos terreiros contra invasões e depredações. Por outro lado, o documento relembra o uso de conteúdos falsos criados por inteligência artificial e vídeos descontextualizados durante a campanha para manipular a fé dos eleitores.
A equipe do senador Flávio Bolsonaro foi procurada para se manifestar sobre os pontos levantados pelo estudo, e o espaço segue aberto para posicionamentos oficiais da candidatura.
Denúncias crescentes no país
O debate ganha urgência em um país de maioria cristã, onde a Constituição garante o Estado laico. Dados do Disque Direitos Humanos (Disque 100) apontam que, entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, foram registradas 2.774 denúncias de violência religiosa no Brasil. O serviço do Governo Federal opera de forma gratuita durante 24 horas.
Nossas notícias
no celular

Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se