O Exército Brasileiro iniciou o processo de seleção para o Estágio Básico de Sargentos Temporários (EBST), oferecendo vagas para a 11ª Região Militar, que compreende o Distrito Federal, Goiás, Tocantins e o Triângulo Mineiro. Interessados têm até o dia 22 de julho para realizar a inscrição e concorrer a postos que exigem formação técnica específica.

A oportunidade é voltada a profissionais de ambos os sexos que possuam ensino médio completo e diploma técnico reconhecido pelo Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação (MEC).

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo portal oficial https://sismil11rm.eb.mil.br/selecao/. A taxa de participação foi fixada em R$ 60, com possibilidade de pagamento via Pix, cartão de crédito ou GRU até o dia 23 de julho.

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Candidatos inscritos no CadÚnico ou doadores de medula óssea podem solicitar a isenção da taxa de inscrição até o dia 9 de julho. Para validar a participação, é necessário entregar a documentação comprobatória presencialmente na guarnição selecionada.

Em Brasília, o atendimento ocorre no Comando Militar do Planalto (CMP). Os horários de entrega são de segunda a quinta-feira, entre 9h e 16h20, e às sextas-feiras, das 8h às 11h30. Já em Goiás, os documentos devem ser levados às unidades de Goiânia, Jataí, Ipameri ou Formosa.

Áreas de atuação técnica disponíveis

  • Administração e Contabilidade;
  • Análises Clínicas, Enfermagem e Radiologia;
  • Comunicação Social e Logística;
  • Edificações, Eletrônica e Topografia;
  • Farmácia, Hemoterapia e Saúde Bucal;
  • Hotelaria, Nutrição e Infraestrutura Escolar;
  • Laboratório em Ciências da Natureza.

Para concorrer, é necessário ser brasileiro nato ou naturalizado, ter idade inferior a 41 anos na data da incorporação e comprovar experiência mínima de dois anos na área técnica escolhida.

Além disso, o candidato deve estar em conformidade com as obrigações eleitorais e militares. O contrato inicial é de 12 meses, podendo ser renovado anualmente por até oito anos, dependendo do desempenho e da necessidade da administração militar.

FONTE/CRÉDITOS: Glaucio teixeira