Entre 2019 e maio de 2026, o Governo de Goiás realizou um investimento expressivo de R$ 32,65 bilhões na área da saúde pública. Essa injeção de recursos permitiu mais que dobrar a quantidade de unidades próprias, expandir significativamente a oferta de leitos, inaugurar novos hospitais e implementar as primeiras policlínicas estaduais, garantindo maior acesso da população aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o estado de Goiás.

A rede estadual de saúde de Goiás passou de 16 unidades em 2018 para 31 em 2026. Durante esse período, foram entregues importantes equipamentos como o Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad), o Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN), o Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora) e o Hospital Estadual de Águas Lindas Ronaldo Ramos Caiado Filho (Heal), elevando a capacidade de atendimento.

Adicionalmente, o Governo de Goiás formalizou um protocolo de intenções para a aquisição do imóvel que abrigará o novo Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). As negociações para a compra do empreendimento, avaliado em R$ 500 milhões, estão em curso, visando transferir o principal hospital de urgência para uma estrutura moderna e ampliada.

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O governador Daniel Vilela reiterou o compromisso do Governo de Goiás com o aprimoramento da rede estadual de saúde. “É essencial e é obrigação nossa avançar numa política de saúde de maior qualidade para os goianos”, afirmou Vilela, destacando o empenho em regionalizar e melhorar a prestação de serviços.

Ele complementou: “Não tenham dúvida de que nós vamos fazer o esforço que for para que a gente possa ter aqui não só a saúde mais regionalizada do Estado, mas também a melhor qualidade na prestação do serviço de saúde entre todos os estados, entre todas as redes estaduais de saúde do país.”

Um marco fundamental foi a criação das primeiras policlínicas estaduais. Antes de 2019, o estado não possuía esse modelo de atendimento especializado. Atualmente, unidades em Posse, Cidade de Goiás, Formosa, Goianésia, Quirinópolis e São Luís de Montes Belos oferecem consultas em mais de 22 especialidades médicas, exames, hemodiálise e diálise peritoneal, fortalecendo a regionalização e aproximando serviços da população.

A estratégia de regionalização incluiu a estadualização de hospitais em Formosa, Luziânia, Jataí, São Luís de Montes Belos e Itumbiara. Essa medida ampliou a oferta de serviços de média e alta complexidade, fortalecendo a rede estadual e levando atendimento especializado para diversas regiões de Goiás. “A gente passou por uma revolução na saúde pública. Vamos continuar avançando e garantindo qualidade”, defendeu o líder do Executivo goiano.

Expansão da assistência

Os investimentos tiveram um impacto direto na capacidade de atendimento da rede estadual. O número de leitos gerais saltou de 1.635 para mais de 4 mil, enquanto os leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) cresceram de 244 para aproximadamente 800, ampliando significativamente a assistência de alta complexidade em todo o Estado.

O governador Daniel Vilela mencionou que “o governador Caiado mais do que triplicou o número de leitos de UTI no nosso estado. Hoje nós temos leitos em todo o estado e em todas as regiões”, assegurando a continuidade desse trabalho.

A descentralização dos serviços também transformou o acesso da população. Antes de 2019, os leitos estaduais de UTI estavam concentrados apenas em Goiânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis. Hoje, esse atendimento está disponível em 26 municípios, proporcionando maior agilidade na assistência e reduzindo o tempo de deslocamento dos pacientes para tratamento especializado.

Investimentos transformam hospitais em todo o Estado

O crescimento da rede estadual foi acompanhado por um aumento substancial nos recursos destinados à saúde. O orçamento anual da área passou de cerca de R$ 1,5 bilhão em 2018 para R$ 5,2 bilhões em 2025. Os investimentos anuais totais cresceram de aproximadamente R$ 2,6 bilhões para R$ 5,7 bilhões, e a aplicação de recursos próprios evoluiu de 12,1% para cerca de 15% das receitas estaduais, demonstrando o compromisso de investir acima do mínimo constitucional.

Além da expansão da rede estadual, o Governo de Goiás está executando um dos maiores programas de modernização da infraestrutura hospitalar do Estado. No Hospital Estadual de Trindade (Hetrin), a reforma e ampliação aumentaram a capacidade da unidade de 56 para 105 leitos, com a expansão da área construída de 2.491 para 10.011 metros quadrados.

Em Jaraguá, o Hospital Estadual Dr. Sandino de Amorim (Heja) está recebendo R$ 100 milhões para reforma e ampliação. A obra aumentará em 87% a capacidade de atendimento da unidade, fortalecendo a assistência para mais de 1,1 milhão de habitantes de 60 municípios da macrorregião Centro-Norte.

No Hospital Estadual de Jataí Dr. Serafim de Carvalho (HEJ), um investimento de R$ 227 milhões viabiliza a maior reforma e ampliação da história da unidade. O hospital passará de 128 para 230 leitos, fortalecendo a assistência para cerca de 700 mil moradores da região Sudoeste.

Já o Hospital Estadual de Aparecida de Goiânia Cairo Louzada (Heapa) recebe R$ 150 milhões para ampliar sua estrutura de 71 para 124 leitos, praticamente dobrando a capacidade de atendimento e fortalecendo a assistência à população da Região Metropolitana e dos 52 municípios atendidos pela unidade.

O Hospital Estadual Dr. Alberto Rassi (HGG), referência em procedimentos de alta complexidade, também passou por um amplo ciclo de modernização. O Governo de Goiás investiu quase R$ 70 milhões na unidade, recursos que possibilitaram a reforma de 145 leitos, a ampliação da estrutura física e a aquisição de equipamentos de alta tecnologia.

Os investimentos realizados ao longo dos últimos sete anos consolidam uma política permanente de fortalecimento da saúde pública em Goiás. A ampliação da rede estadual, da oferta de leitos, da infraestrutura hospitalar e da assistência regionalizada reafirma o compromisso do Governo de Goiás em garantir um atendimento cada vez mais qualificado, eficiente e próximo da população em todas as regiões do Estado.

FONTE/CRÉDITOS: Glaucio teixeira