Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda, enfatizou a necessidade de um esforço contínuo em prol da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em uma declaração contundente, o pré-candidato ao governo de São Paulo referiu-se ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como “Bolsonarinho”. Ele criticou a família Bolsonaro, afirmando que, embora se apresentem como “antissistema”, praticam “a pior política no País” há três décadas.

Durante o encerramento do 8º congresso do Partido dos Trabalhadores (PT), onde foi um dos oradores finais antes do presidente da sigla, Edinho Silva, Haddad reiterou que a “reeleição de Lula é um imperativo” tanto para a legenda quanto para o futuro do Brasil.

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O ex-ministro da Fazenda fez duras críticas aos apoiadores do ex-presidente, acusando-os de “fazer o diabo” nas eleições anteriores, incluindo a mobilização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para dificultar o acesso de eleitores do Nordeste às urnas e a distribuição de auxílios financeiros sem lastro para influenciar o resultado.

“Não podemos, de maneira alguma, cogitar a hipótese de um retrocesso em outubro deste ano. A reeleição de Lula é um imperativo para o nosso futuro. Lula vai concorrer com o ‘Bolsonarinho’, o filho de Jair Bolsonaro, uma família que apenas trouxe caos ao País. Eles se apresentam como antissistema, mas estão há 30 anos praticando a pior política, desde as rachadinhas até o genocídio na pandemia”, afirmou Haddad.

Ele reforçou a convicção de que é fundamental “trabalhar todos os dias pela reeleição do presidente Lula”. Adicionalmente, Haddad destacou que a idade avançada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ser vista como um “ativo” e um “patrimônio”.

“Seus oitenta anos [de Lula] representam um ativo. Toda a experiência de uma vida, sempre ao lado correto da história, sem transigir em princípios e valores. Isso é um patrimônio”, declarou Haddad, valorizando a trajetória do presidente.

FONTE/CRÉDITOS: Diário Goianiense