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Uma mulher foi detida sob a acusação de desacato após proferir ofensas aos policiais de plantão, e seu companheiro, em estado de embriaguez, tentou deixar a delegacia dirigindo.
Um incidente peculiar resultou na prisão de um casal por duas vezes, em um período inferior a uma hora, na 5ª Delegacia de Polícia (Asa Norte). Por volta das 2h36 de domingo (26/4), uma mulher de 30 anos, visivelmente alcoolizada, foi inicialmente detida por desacatar e ofender os agentes policiais. Pouco tempo depois, às 3h30, o homem que a acompanhava também foi preso no estacionamento da delegacia ao tentar conduzir um veículo sob efeito de álcool.
A mulher envolvida é uma professora contratada temporariamente pela Secretaria de Educação do Distrito Federal, atuando com crianças do jardim de infância desde fevereiro deste ano. Seu parceiro, por sua vez, exerce a profissão de administrador de empresas.
O casal compareceu à delegacia com o objetivo de registrar uma queixa de agressão que a mulher alegava ter sofrido durante um evento no estacionamento do Estádio Mané Garrincha. Contudo, ao descrever os fatos, a professora perdeu a calma e desrespeitou os policiais civis presentes na delegacia.
No momento da detenção, a educadora teria tentado usar sua posição, afirmando: “Sou professora e conheço todos na Secretaria de Educação”.
Durante o depoimento, a mulher de 30 anos admitiu ter sido mal interpretada ao utilizar uma expressão ofensiva, mas, ainda assim, foi formalmente acusada pelo crime de desacato.
Logo depois que o casal saiu do estacionamento da delegacia, os policiais notaram que o homem ao volante apresentava sinais de embriaguez. Agentes do Batalhão de Trânsito foram acionados e, após o teste do bafômetro, foi constatado um teor alcoólico de 0,47 mg/l. Adicionalmente, ele não possuía carteira de habilitação.
Após serem ouvidos pelas autoridades, ambos foram liberados mediante a assinatura de um Termo Circunstanciado. Eles deverão responder judicialmente pelas acusações de desacato e embriaguez ao volante.
A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) declarou que, até o presente momento, não foi oficialmente notificada pelos órgãos responsáveis sobre os acontecimentos.
“A pasta esclarece que está acompanhando o caso e tomará as providências cabíveis para a devida apuração, com base nas informações que forem disponibilizadas. Se a ligação dos envolvidos com a rede pública de ensino for confirmada, medidas administrativas poderão ser aplicadas, sempre garantindo o direito ao contraditório e à ampla defesa”, afirmou a secretaria.
A Secretaria de Educação enfatizou que não compactua com comportamentos que sejam incompatíveis com o serviço público, reiterando seu compromisso com a ética e a integridade.
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