O Irã recusou uma proposta de cessar-fogo dos Estados Unidos nesta quinta-feira (23/7), conforme revelado pelo jornal The New York Times, em um movimento que reflete a persistente escalada de tensões entre as duas nações no cenário geopolítico.

A iniciativa diplomática foi apresentada a Teerã pelo primeiro-ministro iraquiano, Ali al-Zaidi, que havia se encontrado com o presidente Donald Trump na Casa Branca durante a semana anterior, atuando como intermediário entre Washington e Teerã.

Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre o conteúdo ou as condições específicas da proposta de trégua, mantendo em sigilo os termos oferecidos por Washington e as razões exatas para a sua rejeição.

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Paralelamente, a agência estatal iraniana Irna reportou que o porta-voz do governo iraquiano, Haider al-Aboudi, indicou que as discussões com o Irã abrangem áreas cruciais como comércio, transporte e importação de gás natural, sinalizando outros focos de diálogo regional.

A recusa iraniana ocorre em um contexto de alta tensão, dias após o presidente Donald Trump ter feito declarações contundentes sobre a possibilidade de um “ataque massivo” contra o país persa, elevando o tom da retórica entre as potências.

Trump afirmou: “Estou considerando um ataque massivo. Maior do que nunca. Estou perto de tomar uma decisão. Estamos todos preparados para isso”, sinalizando a gravidade da situação e a iminência de ações militares, caso a diplomacia não avance.

FONTE/CRÉDITOS: Thays Martins