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A influenciadora Virginia Fonseca pode ter que antecipar seu retorno ao Brasil após uma decisão judicial estipular que ela não ultrapasse o limite de 20 dias consecutivos fora do território nacional. A determinação, divulgada nesta quinta-feira (17), integra o processo movido pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
A ação civil pública também envolve a plataforma de apostas Blaze. O órgão fiscalizador exige que ambos sejam responsabilizados solidariamente ao pagamento de R$ 120 milhões direcionados a danos morais coletivos.
Atualmente na Espanha, a famosa corre o risco de sofrer medidas coercitivas, incluindo a retenção do passaporte, caso ignore o prazo estipulado. O objetivo da restrição é assegurar que ela permaneça à disposição da Justiça durante o andamento do caso.
Entenda o processo
A medida judicial teve início em julho por meio de investigações da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor. O foco recai sobre a publicidade de apostas e eventuais práticas abusivas na divulgação da plataforma.
Entre as alegações, o MPDFT aponta uma publicação realizada por Virginia durante a Copa do Mundo de 2026. Segundo o órgão, a postagem indicava um palpite em uma partida sem sinalizar adequadamente a natureza comercial do conteúdo.
O tribunal já havia proibido, em julho, qualquer veiculação que associasse apostas a ganhos fáceis ou fontes de renda. A defesa da influenciadora e o espaço seguem abertos para novos posicionamentos oficiais sobre o caso.
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