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O ministério da justiça e segurança pública oficializou a demissão de eduardo bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, sob a alegação de abandono de função. A medida foi formalizada na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (21).

A sanção administrativa decorre de um processo disciplinar que constatou ausências não justificadas por um intervalo superior a trinta dias seguidos. O embasamento legal seguiu a Lei nº 15.047, de 2024.

Anteriormente, o ex-parlamentar mantinha vínculo com a corporação, mas permanecia licenciado para cumprir suas atividades legislativas na Câmara dos Deputados.

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Perda do mandato

Morando nos Estados Unidos desde março de 2025, ele teve sua cassação concretizada em dezembro do mesmo ano devido a ausências em sessões deliberativas. Com isso, a corporação determinou o fim de seu afastamento e exigiu o retorno imediato às funções.

Atuação nos EUA e condenação

O ex-deputado também enfrenta desdobramentos judiciais por sua articulação política internacional, alvos de apuração pelo STF. Em setembro de 2026, a Primeira Turma do STF o condenou a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto por coação no processo.

Por unanimidade, os ministros acompanharam a tese da Procuradoria-Geral da República (PGR). O colegiado apontou que ele tentou estimular sanções estrangeiras contra o país para influenciar investigações internas.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil