Muito antes de o Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA) virar o principal símbolo do Vila Nova, o homem que batiza a casa colorada já moldava os rumos da instituição. Natural de Ituiutaba, em Minas Gerais, ele atuou como goleiro, dirigente e presidente, deixando um legado inestimável.

Sua gestão foi determinante para a profissionalização do Tigrão. Entre 1958 e 1963, ele reorganizou o departamento de futebol e montou o elenco que conquistou o primeiro Campeonato Goiano do clube em 1961, emendando o histórico tricampeonato estadual até 1963.

Da defesa do gol aos bastidores

Antes de brilhar na diretoria, Onésio defendeu a meta colorada. Sua transição para os bastidores coincidiu com a necessidade urgente de estruturar o clube para enfrentar os desafios do futebol profissional que crescia no estado de Goiás.

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A memória desse período foi resgatada recentemente no depoimento de José Ruiz Martinez para a série Futebol de Goiás e Suas Histórias, conduzida por Rafael Bessa. O relato relembra o impacto do dirigente na consolidação da identidade do clube.

O legado que virou estádio

O reconhecimento ao trabalho de Onésio ultrapassou as taças. Localizado no Setor Leste Universitário, em Goiânia, o estádio OBA eternizou seu nome e segue como o grande patrimônio da torcida colorada, unindo passado e presente nas partidas oficiais.

Completando 83 anos de história, o Vila Nova preserva viva a lembrança de figuras essenciais. O mineiro de Ituiutaba permanece vivo na memória de todos que celebram as glórias e a tradição do futebol goiano.

FONTE/CRÉDITOS: Léo Carvalho