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Todas as 12.348 favelas e comunidades urbanas mapeadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) passaram a contar com um CEP oficial nesta quarta-feira (4), conforme anúncio do governo federal.
A medida integra o programa Periferia Viva e foi divulgada no Dia da Favela. A ação atinge diretamente 16,3 milhões de habitantes dessas regiões.
Segundo o Ministério das Comunicações, a iniciativa vai muito além da entrega de correspondências. O objetivo é assegurar inclusão social e cidadania.
Sem o código postal, moradores enfrentam barreiras em cadastros sociais e compras online. O ministro Frederico de Siqueira Filho pontua que a mudança garante igualdade de acesso a oportunidades.
A próxima fase do projeto consiste em individualizar os códigos para cada rua, viela e beco dessas localidades.
Atendimento e expansão
A subsecretária Lumárya Souza destaca que a precisão no endereçamento facilita a chegada de serviços públicos e privados.
Com a criação de canais como o Correios Essencial, o projeto atingiu 82,8% da meta inicial, alcançando 48 dos 58 territórios prioritários.
Impacto na cidadania
A ausência de registros postais dificulta desde serviços financeiros até matrículas escolares e atendimentos de emergência.
A estratégia aproxima os Correios dos moradores por meio de novos pontos de coleta, fortalecendo a rede de proteção social nestes locais.
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