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A DHL, uma das maiores transportadoras globais, enviou uma carta ao Ministério da Fazenda em 7 de julho pedindo a ampliação da redução do imposto de importação prevista na medida provisória conhecida como a taxa das blusinhas.
Assinado pela CEO da DHL no Brasil, Mirele Griesius Maustchke, e endereçado ao ministro interino ou secretário-executivo Dario Durigan, o documento solicita que o corte tributário alcance outros tipos de remessas internacionais.
A discussão envolve o impacto combinado da alíquota de 60% com as novas regras da reforma tributária. Um estudo da FGV anexado aponta que a carga pode chegar a 117,6% no período de transição.
Atualmente, a proposta da MP estabelece isenção para compras de até US$ 50 e alíquota de 30% para valores entre US$ 50,01 e US$ 3 mil no Programa Remessa Conforme.
Pedido de isonomia
A exigência da DHL é que a redução para 30% seja aplicada a todas as remessas do Regime de Tributação Simplificada (RTS), incluindo empresas e canais externos.
A executiva defende que a medida garanta isonomia, neutralidade e competitividade, preservando os princípios fundamentais que orientaram a reforma tributária no país.
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