A Polícia Federal (PF) cumpriu, na manhã desta quarta-feira (8/7), um mandado de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, com o objetivo de localizar armas e munições. A medida foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após eventos prévios relacionados ao arsenal do ex-presidente.

A diligência ocorreu em um contexto no qual Bolsonaro já havia entregue oito armas registradas em seu nome. Essa entrega se deu depois que uma dessas armas foi apreendida durante uma blitz no Distrito Federal, em junho, o que levou o Exército a encaminhar todo o armamento do ex-presidente para a custódia da Polícia Federal.

Para confirmar a ausência de outras armas ou acessórios no imóvel, o ministro Alexandre de Moraes considerou necessária a execução deste mandado de busca e apreensão.

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A informação sobre a operação foi divulgada pela própria defesa do ex-presidente logo após a conclusão da diligência. Segundo João Henrique Freitas, um dos advogados de Bolsonaro, nada de ilícito foi encontrado ou apreendido na residência.

Freitas detalhou que "o mandado buscava armas, munições, acessórios e documentos de registro". Ele reiterou que a defesa já havia informado previamente a localização de todas as armas. O advogado expressou seu descontentamento, afirmando ser "lamentável que um ex-presidente da República ainda seja submetido a esse tipo de ação".

FONTE/CRÉDITOS: Glaucio teixeira