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O Grupo de Trabalho Goiânia 2030, vinculado ao Movimento Artetetura e Humanismo, apresentou oficialmente a campanha desenvolvimento sustentável na Região Metropolitana de Goiânia. A iniciativa busca fomentar discussões vitais e impactar diretamente as decisões de políticas públicas nas esferas ambiental, urbana, cultural, social e patrimonial de diversas cidades goianas.
Conforme explica o idealizador Fred Le Blue Assis, o projeto nasceu da urgência em qualificar o diálogo com a sociedade. O objetivo central é abrir espaço para pautas essenciais ligadas ao futuro das cidades e ao bem-estar coletivo.
A proposta fomenta um planejamento urbano integrado. Isso engloba frentes como mobilidade urbana, saúde, educação, inovação, cultura e economia. A meta é viabilizar centros urbanos mais inclusivos, resilientes e competitivos, diminuindo disparidades sociais.
Diversas frentes apoiam a iniciativa, incluindo o poder público, universidades, entidades civis e grupos de pesquisa. A Escola do Legislativo da Alego, a Câmara Municipal e o Codese figuram entre os parceiros estratégicos que já debatem as propostas com autoridades locais.
As diretrizes foram divididas em oito frentes estratégicas. Elas priorizam o crescimento humano, a preservação ambiental, a inovação e a valorização da identidade regional, inspirando-se na história urbanística modernista da capital goiana.
Por fim, o plano alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e ao Estatuto da Cidade. A mobilização também mira o centenário de Goiânia em 2033, projetando a capital como modelo nacional de planejamento urbano.
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