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As revelações sobre o caso foram feitas nesta quinta-feira (14) pelo delegado Danilo Wendel, responsável pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), durante uma coletiva de imprensa.
O indivíduo detido pela morte de Luciano Milo de Carvalho, um estudante de medicina veterinária de 27 anos, admitiu ter sufocado a vítima utilizando o cabo de um carregador de notebook. O crime ocorreu após ambos ingerirem bebidas alcoólicas em um apartamento no Setor Cidade Jardim e, posteriormente, se dirigirem ao imóvel da vítima na capital, onde houve um encontro íntimo. Esses detalhes foram revelados nesta quinta-feira (14) pelo delegado Danilo Wendel, do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH), durante uma coletiva de imprensa.
Conforme apurado pelo delegado, Luciano e o agressor, identificado como Walison Ascanio Tito, de 31 anos, não tinham contato prévio ao encontro que precedeu o assassinato. Walison já contava com um histórico criminal extenso, incluindo uma condenação por homicídio, além de processos por roubo e receptação. A investigação também revelou que ele fazia uso de tornozeleira eletrônica, equipamento que foi localizado no interior do apartamento onde o delito ocorreu.
“O agressor estava caminhando pela via pública quando foi abordado por Luciano, que estava em seu próprio automóvel, e recebeu um convite para consumir bebidas alcoólicas. Ambos foram a uma distribuidora, adquiriram os produtos e, em seguida, dirigiram-se ao apartamento da vítima”, descreveu Danilo Wendel.
O investigador acrescentou que Walison admitiu formalmente o homicídio em seu depoimento. “Walison declarou oficialmente na delegacia que, após terem um relacionamento, ele se arrependeu e, naquele instante, tomou a decisão de tirar a vida de Luciano, asfixiando-o com o cabo do carregador do notebook da própria vítima”, detalhou o delegado.
A prisão de Walison
O suspeito foi detido na quarta-feira (13) próximo à rodoviária de Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia. A prisão ocorreu três dias depois que o corpo de Luciano foi descoberto em seu apartamento, no domingo anterior (10).
As apurações indicam que o homicídio não teve um motivo patrimonial. Conforme esclarecido pelo delegado, o notebook e um par de calçados pertencentes à vítima foram subtraídos com o único propósito de permitir que o suspeito deixasse o condomínio sem despertar desconfianças.
“Walison argumenta que, para conseguir sair do apartamento sem ser percebido, optou por levar o notebook e os sapatos da própria vítima, a fim de evitar ser notado ou abordado, especialmente porque ele usava uma tornozeleira eletrônica”, declarou o delegado.
O delegado informou ainda que a tornozeleira eletrônica do suspeito ficou sem bateria enquanto ele ainda estava no interior da residência. “Sobre a tornozeleira eletrônica, ela descarregou já dentro do apartamento. Após o ocorrido, ele descartou o equipamento em um local que não soube especificar”, detalhou Danilo Wendel.
Walison será levado ao Instituto Médico Legal (IML) para a coleta de material genético. A Polícia Civil aguarda a finalização dos laudos periciais e de outras evidências técnicas antes de concluir o inquérito.
O post Homem confessa ter matado estudante de medicina veterinária por asfixia em Goiânia e alega arrependimento apareceu primeiro em Radar Paraíso News.
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