A Polícia Civil informou que o sobrinho da vítima teria desembolsado R$ 10 mil para encomendar a morte do próprio tio. A principal suspeita para a motivação do crime, ocorrido em 6 de janeiro, seria um relacionamento extraconjugal da vítima com a esposa do mandante.

Um indivíduo foi detido sob a acusação de ser o mandante do assassinato do próprio tio, ocorrido em uma oficina mecânica em Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. A Polícia Civil identificou José Wallases, sobrinho da vítima, como o mentor do crime, que se deu no Setor Leste. O motivo alegado é um caso extraconjugal entre a esposa de Wallases e o mecânico. Além disso, o suspeito também está sendo investigado por supostamente ter fornecido a arma utilizada na execução.

Câmeras de segurança registraram toda a ação criminosa. As gravações mostram o executor, que havia sido contratado, chegando à oficina e simulando uma entrega. Após um breve diálogo com a vítima, o agressor deixou o local e retornou poucos minutos depois, já portando uma arma de fogo. Segundo os registros visuais, o mecânico foi dominado e obrigado a se ajoelhar antes de ser alvejado com tiros na cabeça. Ele veio a óbito no próprio local, antes mesmo da chegada das equipes de socorro.

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O indivíduo responsável pelos disparos foi localizado pela Polícia Militar de Goiás (PMGO) poucas horas após o assassinato. No endereço onde ele se encontrava, os policiais apreenderam vestimentas que correspondiam às características observadas nas imagens das câmeras de segurança. O homem foi encaminhado à delegacia e permanece sob custódia da Justiça.

Com a recente prisão do suposto mandante, a Polícia Civil intensifica as investigações para esclarecer todos os detalhes do planejamento e da logística que permitiram a atuação do falso entregador. As apurações continuam com o objetivo de verificar a possível participação de outros indivíduos na fuga do executor ou na ocultação de evidências. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados, e o caso está sendo tratado como homicídio qualificado.

FONTE/CRÉDITOS: Glaucio Montana