Um homem de 39 anos foi encontrado morto na noite do último sábado (13/6) após ser atropelado em uma rodovia na zona rural de Corumbá de Goiás, nas proximidades do Salto Corumbá. As circunstâncias que levaram ao fatal incidente estão sob rigorosa apuração da Polícia Civil de Goiás (PCGO).

Informações preliminares indicam que a vítima, cuja identidade não foi divulgada, estava trafegando pela via no sentido Corumbá de Goiás a Cocalzinho quando foi atingida por um veículo. A dinâmica exata do ocorrido permanece desconhecida.

O condutor do veículo envolvido, um homem de 42 anos, relatou às autoridades que, enquanto dirigia pela região, sentiu ter passado sobre algo na pista. Intrigado e apreensivo com a situação, ele decidiu retornar ao ponto exato para averiguar o que havia acontecido.

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Ao retornar, o motorista se deparou com um homem caído no asfalto. Ele também informou que outros veículos teriam passado pelo local no momento do atropelamento, mas seguiram viagem sem prestar qualquer tipo de socorro à vítima.

Diante da gravidade dos ferimentos, o motorista prontamente acionou as equipes de emergência. Profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Corumbá de Goiás foram ao local e confirmaram o óbito da vítima no próprio cenário do acidente.

A Polícia Militar e agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) também compareceram para auxiliar no controle do tráfego e nos procedimentos de praxe, aguardando a remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML).

Perigos na BR-414

Os municípios de Corumbá de Goiás e Cocalzinho são conectados pela BR-414, uma rodovia frequentemente apontada como perigosa pelos motoristas que a utilizam. A visibilidade reduzida durante o período noturno agrava ainda mais os riscos neste trecho de aproximadamente 20 quilômetros.

Além das colisões entre veículos, a presença de vegetação nas margens da pista contribui para a ocorrência frequente de acidentes envolvendo animais que cruzam a rodovia, adicionando um fator extra de risco para quem trafega pela região.

FONTE/CRÉDITOS: Radar Valparaíso