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Mesmo tendo recebido R$ 1,4 milhão para custear a campanha da legenda no município, o candidato Waltinho teve votação pífia e não conseguiu eleger nenhum vereador.
A derrota respingou, obviamente, na imagem do ex-presidente Bolsonaro, que foi usado como o grande hipotecador da candidatura.
Outro que não ficou satisfeito com o resultado das urnas em Luziânia foi o deputado federal Gustavo Gayer, que apostou suas fichas em seu assessor, Téo Gomes — não foi dessa vez!
Analistas observam que a campanha de Waltinho errou em focar muito em criticar a esquerda, que compunha a coligação do prefeito reeleito Diego Sorgatto (União). E por ironia do destino, o PCdoB elegeu um vereador, o que tornou a derrota ainda mais vergonhosa.
Há quem diga que o presente do PL de Luziânia para Bolsonaro em Luziânia foi mais uma marmelada, só que essa com gosto amargo de jiló.
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