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O primeiro-ministro Anutin Charnvirakul anunciou nesta sexta-feira (7/8) que a Tailândia vai adotar regras mais rígidas para o controle de armas no país, após um trágico ataque a tiros em uma escola perto de Bangkok deixar oito pessoas mortas, incluindo o próprio atirador.
Segundo a nova proposta legislativa, o porte de armas de fogo será restrito unicamente a servidores públicos que estejam em serviço. Atualmente, a estimativa do jornal Bangkok Post aponta que mais de 10,3 milhões de armamentos estão em posse de civis na Tailândia.
Detalhes do ataque e investigações
O massacre ocorreu no distrito de Bang Kruai, na província de Nonthaburi. Durante a ação, um estudante utilizou uma arma registrada para tirar a vida de seus avós e de outras cinco pessoas no colégio, tirando a própria vida logo em seguida.
De acordo com informações do tenente-coronel Dechrapee Kongdee, comandante da polícia provincial de Nonthaburi, o jovem efetuou 26 disparos no local. Os peritos que trabalharam na cena do crime apreenderam 34 munições intactas que não foram utilizadas, o que evidencia o potencial ainda maior do ataque.
Em nota oficial, o Ministério da Saúde da Tailândia informou que 30 feridos foram socorridos e encaminhados para seis hospitais da região. Vale destacar que o primeiro-ministro Anutin Charnvirakul já havia liderado ações para endurecer o porte de armas anteriormente, quando chefiou o Ministério do Interior.
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