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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou nesta quinta-feira (27) que o patamar atual da dívida pública não é motivo de apreensão para sua gestão. Durante entrevista à TV Globo, o petista argumentou que a expansão econômica servirá como principal instrumento para conter o endividamento em relação ao Produto Interno Bruto.
Questionado sobre o indicador ter superado 80% do PIB, o chefe do Executivo comparou a situação brasileira com a de nações desenvolvidas. Segundo ele, o compromisso com a rigidez fiscal permanece como um pilar central de sua administração, embora priorize o avanço produtivo.
Endividamento em foco
A dívida bruta nacional encerrou o mês de junho alcançando 81,9% do PIB. O índice representa o patamar mais elevado desde o período crítico da pandemia de Covid-19, alinhando-se às projeções elaboradas anteriormente por técnicos do Tesouro Nacional.
Apesar disso, Lula reforçou que direciona maior atenção para a evolução das taxas de juros do que para os números nominais do endividamento. O presidente também reiterou críticas à herança econômica recebida no início de seu mandato atual.
Correios e INSS
No campo da administração federal, o mandatário descartou qualquer possibilidade de privatização dos Correios. A meta para a estatal é focar na reestruturação dos serviços prestados em todo o território nacional.
Além disso, o presidente projetou novos avanços na redução do estoque de pedidos pendentes no INSS, tema que figura entre os debates centrais da agenda política e social brasileira.
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