O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) estreou nesta sexta-feira (28/8) seu primeiro vídeo na propaganda eleitoral do rádio e da televisão. Durante o programa, o postulante utilizou seu espaço para criticar duramente as gestões do PT e indicar que a segurança pública será a prioridade central de sua plataforma política.

A veiculação no horário gratuito se estenderá por 35 dias, seguindo até o dia 1º de outubro, exatamente três dias antes do primeiro turno do pleito de 2026. A peça publicitária de Caiado conta com a duração total de 2 minutos e 2 segundos.

A gravação faz um resgate da trajetória do presidenciável, destacando sua atuação inicial como médico e sua posterior caminhada na vida pública como deputado federal, senador e governador reeleito de Goiás. O material reafirma sua posição histórica de oposição à esquerda desde o início de sua carreira.

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Ataques ao PT e combate ao crime

A candidata ao Senado Gracinha Caiado (União), esposa do postulante, faz uma participação na peça para reforçar o aspecto pessoal e a união do casal. Na sequência, o discurso de Caiado ganha tom mais rígido ao associar a atual gestão federal ao crescimento das facções criminosas no país.

No encerramento da transmissão, o candidato atribuiu a insegurança atual à incompetência e omissão de quem governa o Brasil há duas décadas. Ele afirmou ter a coragem necessária para enfrentar a violência urbana e ressaltou seu objetivo de retirar o PT definitivamente do poder.

Divisão do tempo no horário eleitoral

A distribuição do tempo na televisão e no rádio é definida com base na representatividade partidária estabelecida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Confira como ficou a divisão entre os candidatos:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 5 minutos e 31 segundos (Coligação Brasil Pronto para Mais).
  • Flávio Bolsonaro (PL): 4 minutos e 20 segundos.
  • Ronaldo Caiado (PSD): 2 minutos e 2 segundos.
  • Augusto Cury (Avante): 35 segundos.
  • Outros candidatos: Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) não obtiveram tempo em rede devido à cláusula de desempenho.
FONTE/CRÉDITOS: Luana Patriolino