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O rendimento médio mensal da população goiana registrou um aumento de 8,9% em comparação ao ano anterior, posicionando-se acima da média nacional.
Conforme os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) anual de 2025, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e detalhados pelo Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB), uma parcela recorde de 67,2% dos 7,4 milhões de habitantes de Goiás, o que corresponde a cinco milhões de indivíduos, declarou possuir alguma fonte de rendimento. Este patamar é o mais elevado já registrado desde o início da série histórica em 2012.
“A população goiana demonstra audácia, e o Estado deve atuar como um catalisador para aqueles que trabalham e geram valor, com a inovação como força motriz”, declarou o governador Daniel Vilela. Ele acrescentou: “Estamos prontos e ansiosos para avançar, buscando um incremento na produtividade”.
Em 2025, o rendimento médio mensal real proveniente de todas as fontes para os residentes em Goiás que possuem provimentos atingiu R$ 3.539. Este valor superou a média nacional, que se estabeleceu em R$ 3.367.
Este desempenho goiano reflete um crescimento real de 8,9% em comparação com o ano de 2024, superando a variação nacional de 5,4%. Quando analisado em relação a 2019, o aumento no rendimento médio habitual de todos os serviços em Goiás foi de expressivos 28,2%, enquanto no Brasil a elevação foi de 11,1%.
A PNAD de 2025 também revelou outro marco para a economia de Goiás: o rendimento médio habitualmente auferido de todos os trabalhos atingiu R$ 3.628. Esse valor é superior ao registrado no Brasil, que foi de R$ 3.560, e representa o maior da série histórica para o estado. Houve um crescimento real de 9% em relação a 2024, novamente ultrapassando o índice nacional de 5,7%.
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